quarta-feira, 19 de outubro de 2011

DIGA NÃO A EXTINÇÃO DA ESCOLA MONSENHOR SECKLER

Hoje a tarde recebi uma notícia que me deixou "sem chão", querem extinguir a escola Monsenhor Seckler, para no lugar colocar um projeto piloto de centro de referência, ou escola em tempo integral, não sei bem qual nome chamarão o projeto.
Ocorre que, além da "extinção" da escola, ou seja, o fato de ela deixar de existir, todas as pessoas ligadas a ela serão removidas ex-ofício, para onde só Deus sabe e para onde forem, por serem professores com muito tempo de serviço, vão prejudicar os outros professores que provavelmente perderão as aulas das suas respectivas escolas. Seus alunos serão obrigados a estudar em "tempo integral" e para isso virão professores que ninguém sabe quem são, a única coisa que sabemos é que não terão vínculo com a escola.
Vejam bem, segundo pesquisa que fiz hoje na internet, apenas 18 escolas do estado todo passarão por esse processo, sendo 4 na grande São Paulo e 14 do interior.
Os projetos do Governo do Estado não são seguros, afinal, para mim que completei 25 anos de rede estadual no dia 06 de agosto já vi, desde o governo do falecido Franco Montoro, muitos projetos virem, não durarem nem dois anos e acabarem em nada! Pior ainda é saber que sempre foi o mesmo grupo, antes MDB, depois PMDB, PSDB que governa o estado e mesmo assim não possuem uma política consistente para a educação.
Quando cheguei em 1985 falava-se de um tal de Projeto Ipê, de lá para cá já veio o Ciclo Básico, a Escola Padrão, o Construtivismo mal explicado, as Salas Ambientes, as Escolas Coloridas do tempo da Rose, os projetos de Protagonismo Juvenil do Chalita, as recentes ETI- escolas em tempo integral fracassadas, Escola da Família,.....quem confia no Governo do Estado, depois de ver 25 anos de projetos fracassados?
Se quiserem uma verdadeira escola em tempo integral é simples, construam uma que tenha espaços adequados para isso, o que não é o caso da Monsenhor Seckler. Se não sabem como fazer, basta assistir HIGH SCHOOL MUSICAL e ver o modelo de escola necessário para o período integral, onde existem verdadeiros espaços de aprendizagem para a permanência do aluno na escola o dia todo.
Construam escola, não tirem a nossa. O estado tem orçamento sobrando para isso.
Imploro a todos os porto-felicenses, que passaram por lá como eu e que amam aquela escola, não vamos deixar que ela se acabe assim. Não somos cobaias para fazerem testes com a minha, a sua, a nossa Monsenhor Seckler....

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A Educação tem solução?




Manchete principal do jornal Folha de São Paulo de hoje 14/09/2011: “MEC PROPÕE ANO ESCOLAR COM 220 DIAS DE AULAS”, imagine só os comentários feitos pelo meu marido. Ainda não eram sete horas da manhã e ele com o jornal na mão já estava irritado com a infeliz proposta do MEC.
Ouvimos todos os dias comentários dizendo que a Educação não está dando certo. A mídia consegue inculcar nas pessoas um quadro catastrófico, onde o principal responsável é o professor.
Alguém me perguntou: “Você acha que existe uma saída para resolver o problema da Educação?” Respondi: “Após respirar Educação por toda a minha vida, tenho certeza que sim se todos os envolvidos no processo tiverem Compromisso e Responsabilidade. A Educação é como o corpo humano, onde todos os órgãos e sistemas têm que estar funcionando bem, caso um não esteja, compromete todo o bem estar da pessoa.
O ato de promover a Educação começa com os governantes. É preciso muito discernimento para que os investimentos sejam feitos de forma correta. A Educação é o maior orçamento dos governos, e o mais visado por aqueles que querem “ganhar dinheiro”, portanto se os governantes não conhecerem as reais necessidades, estarão propensos a cometer erros que prejudicará todo o restante do processo.
Nas diretorias de ensino e secretarias de educação é preciso que os gestores administrativos e pedagógicos estejam comprometidos com a qualidade da educação e que trabalhem com muita garra e responsabilidade, que estejam apaixonados pelo o que estão fazendo, para as escolas terem o apoio necessário para que um bom trabalho seja feito. Infelizmente, muitas vezes encontramos pessoas despreparadas ocupando funções onde não sabem o que fazer.
Na escola é que o processo educacional é efetivado, além da necessidade do apoio, a escola precisa que a equipe gestora faça da escola a continuidade da sua casa. Que tenha compromisso e vise o bem, principalmente do aluno. Os gestores não podem medir esforços para que sua escola seja a melhor possível, devem estar sempre comprometido em melhorar a sala de aula para os alunos e professores. Porém vemos gestores que não fazem seu trabalho da forma que deveriam, pensam apenas no seu bem estar.
O professor é o mais importante do processo. Ele tem que estar envolvido com a escola e seus alunos, tem que gostar muito do que faz e dar o melhor de si sempre. Encontramos professores dedicados e extremamente apaixonados por aquilo que fazem, professores que se preocupam com seus alunos e querem de verdade o melhor para eles.
Por outro lado vemos duas situações complicadas, de um lado a desvalorização da profissão que se arrasta por décadas, fazendo que o magistério seja a profissão tida como aquela que nenhum jovem deseja, porque além dos baixos salários, existe um descaso e um desrespeito muito grande. De outro lado a situação faz com que existam poucos professores e que as redes não consigam selecionar os melhores e ainda, encontramos muitos que estando desprovido de profissão resolveram “virar professores” de péssima qualidade que chegam em sala de aula apenas para “enrolar os alunos”.
A escola também depende de seus funcionários para o bom andamento. É preciso que todos façam tudo com muito amor e carinho e não meçam esforços para que a escola esteja sempre bem organizada, bem limpinha, a merenda esteja gostosa, atenda bem as pessoas, enfim os funcionários também são educadores.
O principal ator do processo ensino-aprendizagem, o aluno, precisa ser responsável e fazer sua parte. A Educação foi universalizada no final do século passado e com isso a escola pública não pode mais “selecionar” seus alunos. Alguns alunos não aprenderam em casa a tratar a todos com cordialidade e conviver em sociedade e trazem inúmeros problemas para a escola. É preciso que os alunos entendam seu papel.
A Família também deveria ter uma grande responsabilidade. Conhecemos muitos pais extremamente responsáveis que colocam a educação de seus filhos acima de tudo e isso não está ligado a condição social. Contudo estamos vivendo a década da irresponsabilidade familiar. Conhecemos pais que abandonam seus filhos a sorte e não se importam com sua vida escolar e pior ainda, temos aqueles que querem ver seus filhos na escola apenas para receber os recursos do Programa Bolsa Família e não por quererem um futuro melhor para eles.
Enfim, não adianta aumentar dias letivos, diminuir férias em janeiro, colocar o aluno em tempo integral na escola e outras idéias fantásticas que saem dos gabinetes dos gestores do alto escalão dos governos. A receita é simples demais, tratar a todos com muita humanidade e carinho e acima de tudo não esquecer do Compromisso e da Responsabilidade DE TODOS....

domingo, 11 de setembro de 2011

A mensagem de Deus para o dia de hoje!

As lembranças daquela tarde de domingo não sairam da minha mente o dia todo. Eu e mais umas sete ou oito mulheres, não me recordo, partimos para uma residencia rural. Tínhamos algo em comum, éramos companheiras de turma da oitava série que se formou em 1977 na Escola Prof. Pedro Fernandes de Camargo, aqui em Porto Feliz.

Não me recordo o ano, mas deveria ser 2001, 2002 ou até 2003. Nosso objetivo era encontrar uma outra companheira de turma, que estava doente.

Ao chegar naquela humilde casa na zona rural, bastante parecida com a imagem que ilustrei a postagem, encontrei a mesma Vera da infância, alegre como sempre, apesar da pele muito "branca", diferente daquele tom avermelhado, até suas sardas sumiram! Tinha um certo cansaço ao falar. Depois de tantos anos, mais de vinte e cinco, ela me disse: "Simone, tenho certeza que você se tornou professora!"

Passamos a tarde toda fazendo companhia para ela. Estavam presentes também, seu marido, meio ao longe e quatro filhos, quatro crianças muito lindas. A menina mais velha, uns catorze anos, era linda como uma princesa, apesar dos trajes simples.

Eles enfrentavam dificuldades, além da doença da Vera, que sabíamos era incurável, ela sofria muita dor e o pior de tudo, a situação financeira não era fácil, tanto que levamos remédio e alimentos para ela.

Mesmo diante de tantos problemas a casa estava toda arrumadinha, suas filhas zelosas cuidavam de tudo. Elas até fizeram um café delicioso para nós. Mesmo naqueles terríveis momentos pareciam não perder a fé e louvar ao Senhor.

Pouco tempo depois soube que ela havia partido para a casa de Deus e certamente está lá, pois com sua bondade tamanha não lhe cabe outro lugar.

Mas porque esses pensamentos o dia todo? Eu sei, porque foi Deus que os inculcou na minha mente, para que eu possa fazer um paralelo com os problemas que eu estou enfrentando e perceber que diferente de tudo que a Vera e sua família enfrentou, os meus problemas são bem menores, porque temos perspectivas de cura, podemos comprar comida e os medicamentos necessários e temos outras facilidades que eles não tinham.

A mensagem de Deus para o dia de hoje é a seguinte: Antes de achar que você é a pessoa mais infeliz do mundo, olhe ao lado, consulte suas lembranças e se informe sobre o sofrimento dos outros. No final você saíra agradecendo a Deus e feliz, pedindo perdão por seus momentos de dúvidas!

domingo, 14 de agosto de 2011

ALEGRIA



"MESMO NOS MOMENTOS DIFÍCEIS, VAMOS VIVER NA ALEGRIA DO SENHOR"

Há duas semanas eu vislumbrava esta imagem e associava com a frase acima, quando fui surpreendida com um telefonema do meu marido me chamando urgente porque minha mãe havia caído e não estava bem.

De lá para cá foram nove dias e nove noites de hospital, cirurgia e teremos que aguardar uns seis meses para que ela volte a andar normalmente.

Mas mesmo assim, quero publicar esta imagem e agora mais do que nunca acredito que só a alegria de viver na paz do Senhor Jesus é o que nos importa.

Ele já operou milagres nos últimos dias na minha vida e está junto comigo. Portanto só ele nos dá força para enfrentar os problemas e o que temos que fazer é entregar tudo a Deus.

Ah! Aproveitando, hoje é dia dos pais! Que saudades do Sr. Ibraim, fazem vinte e um anos que não lhe dou feliz dias dos pais. Mas de onde estiver saiba que: "Você faz parte deste caminho, que hoje eu sigo em paz, Pai!"

domingo, 17 de julho de 2011

DECADÊNCIA?

Durante a semana aconteceram situações que me fizeram refletir sobre os rumos da humanidade. Na quarta-feira passei por uma prova. Para quem não sabe o processo de promoção do Estado é por avaliação. Comecei a fazer a prova e quando cheguei à parte específica percebi duas aberrações. Uma delas foi que forneceram os valores de seno, cosseno e tangente de 30° e a outra aberração foi que também forneceram a fórmula do volume do cilindro.
Seria algo normal se a prova não estivesse sendo realizada para professores de Matemática. Na minha concepção, ninguém tem obrigação de saber essas coisas, mas o professor de Matemática sim. Você pode estar pensando que a prova foi realizada por alguma dessas empresinhas recém criadas que estamos acostumados a ver por ai, mas não, a prova foi realizada pela Fundação Carlos Chagas!
Aonde vamos parar, será possível existir professores de Matemática que não sabem nem o mínimo necessário, como os valores básicos da trigonometria e volume dos sólidos geométricos mais comuns? Estaria a minha categoria entrando em decadência?
Outra experiência foi na sexta-feira. Desde 2008, eu não assistia ao vivo uma seção de Câmara, no momento estou dedicando meu tempo a coisas mais prazerosas. De 2005 a 2008 eu era mais assídua porque como responsável pela pasta da educação, precisava estar por dentro de tudo, pois dependia deles (dos vereadores) para a aprovação dos projetos que eu pretendia realizar.
Todavia faço parte da comissão do novo plano de carreira do magistério e foi cogitada a possibilidade de entrar para votação, assim vários professores combinaram de ir para lá. Como meu nome está estampado na capa do projeto, tenho que acompanhar tudo. Somos cobrados pelos nossos pares e meu sentimento de responsabilidade me obriga a agir assim.
O plano não entrou em discussão, mas como já estava lá, resolvi ficar um pouco mais. Assustei com o que vi. Eles (os vereadores) também estão em decadência. Foram discussões vazias que poderiam ser suprimidas em favor ao cumprimento de trabalhos mais importantes. Eu já havia ouvido comentários na mídia local sobre a atuação dos legisladores, sobre a grande quantidade de títulos de cidadania, sobre histórias fruto de imaginações que viraram piadas, mas não imaginava que estivesse assim.
Não estou generalizando todos os vereadores, inclusive senti que alguns se encolhiam envergonhados e trocavam olhares com o público presente parecendo pedir desculpas pela atuação dos colegas!
Quando terminou, o presidente leu uma lista de trabalhos que ficaram pendentes para a próxima seção. Não seria mais proveitoso se os legisladores entrassem num acordo e ao invés de ficar perdendo tempo com críticas mútuas, acelerassem os trabalhos e buscassem trabalhar mais para trazer benefícios ao povo de nossa cidade que os elegeu?
Não gosto da palavra “decadência”, mas os dois fatos me fez refletir. Nossa geração (os nascidos nos anos 50 e 60) está deixando para as futuras gerações um mundo cheio de tecnologias, contudo não estamos conseguindo fazer com que eles mantenham o conhecimento, a sabedoria, os valores de ética, moral e respeito que nós herdamos dos nossos pais e isso é extremamente preocupante!
Está na hora da sociedade parar, refletir e mudar alguns conceitos, antes que seja tarde demais.

terça-feira, 21 de junho de 2011

TEMPO




Tempo, quem és tu? Vilão ou amigo.
És vilão porque a cada dia é menos um para vivermos
És amigo porque a cada dia ganhamos sabedoria
Às vezes nos assusta, quando olhamos para aquela foto de vinte anos atrás
Quando percebemos que estamos ficando com as feições da vovó 
Quando percebemos que não há mais tempo para ser mãe
Quando não conseguimos mais ler sem os óculos
Quando começamos disfarçar os fios brancos com xampu tonalizante
Quando surgem as dores na coluna e ficamos limitados.

Tempo, você nos deixa mais tristes, muitos já se foram
Mais medrosos, já vimos muitas tragédias e tudo assusta
Porém, nem tudo em si é ruim, a experiência de vida vale a pena
Vemos mudanças nas pessoas, ideologias irem para o "espaço"
Celebridades que se transformam em seres anônimos
E seres anônimos que se transformam em celebridades.
Mudanças no modo de vestir, na rotina das pessoas
 Os lugares são e ao mesmo tempo não são os mesmos
As casas, as ruas, muitas quebras de tabus.

Tempo tu és delicioso quando nos dá de presente “novas vidas”
"Novas vidas" que transformam "velhas vidas" em novas também
Que faz os quase cinquenta parecer vinte
Quando vemos surgir os fios de cabelos brancos no nosso amor,
E sentir quão feliz fomos e somos!

Tempo te quero muito, sempre mais
 Muito mais para mim e para todos
Só Tu tens o dom de curar feridas
Você é o maior presente que Deus nos dá todos os dias
 Em cada amanhecer!

domingo, 5 de junho de 2011

Pressentimento, dor , lágrimas, medo e o sorriso do Thiaguinho!

Quinta-feira, dia 02 de junho de 2011, já passavam das 17h30, quando deixei a Escola Domingos de Marco, onde atuo como diretora de escola, como sempre, fui a última a deixar a escola. Alguma coisa estranha estava acontecendo e eu não sabia o que era. Cheguei a parar o carro e olhar para trás para ver a escola que parecia chorar. Não entendi nada, achei que estava ficando louca e assim acelerei o carro e fui embora!

Já passavam das 20 horas quando a Valéria, vice-diretora da escola me ligou e disse que havia acontecido uma tragédia, um aluno do 8º A, da mesma turma do Wellington da Fazenda Capoava que havia falecido no último dia 8 de dezembro, havia falecido vítima de um acidente de bicicleta, seu nome era Thiago.

No primeiro momento não lembrei do rostinho dele, ele não frequentava a diretoria da escola. Na minha função geralmente 80% do nosso tempo é dedicado aos alunos indisciplinados com os quais estamos extremamente familiarizados, o que não era o caso do Thiago. Uma escola com aproximadamente 500 alunos é difícil de lembrar o nome daqueles que não dão trabalho!

Para tentar lembrar quem era o aluno e também para dar a notícia liguei para a Edilaine, que é professora de Matemática da turma. Quando eu falei em Thiago ela disse que não estava se lembrando, mas de repente ouvi um grito do outro lado do telefone dizendo:_ Thiaguinho!!!!! Não é possível, não pode ser!!! A Edilaine entrou em desespero e começou a chorar, eu nem consegui terminar direito a ligação e até me arrependi de ter dado a notícia daquela forma.

Foi assim que percebi o porquê daquele pressentimento que eu havia tido a tarde. Não demorou nada a foto dele já estava nas redes sociais dos alunos da escola. O Thiaguinho era um excelente aluno, participativo e muito alegre, sempre sorrindo, querido de todos!

A sexta-feira dia 03, foi triste demais. De manhã, quando cheguei na escola, todos os alunos estavam tomados por uma comoção que parecia que não teria fim, quantas lágrimas, quanta tristeza, todos já estavam preparados para ir até ao velório. Muitos alunos da escola ainda não haviam passado por essa experiência. O velório do Wellington em 2010 foi noutra cidade e muitos alunos já estavam iniciando suas férias. Quando chegamos no velório presenciei um momento extremamente triste, o dia que nossa escola chorou!

Como é triste vermos vidas podadas precocemente. Apesar da mídia não falar mais nada sobre o assunto, eu ainda não me recuperei da Tragédia de Realengo. Eu me coloquei no lugar das pessoas envolvidas, professores, pais e quando penso na fatalidade, me vem um desespero só em pensar que um maluco entrou na escola e assassinou crianças indefesas. Depois disso me tornei uma pessoa ranzinza, cada um que tenta entrar na escola tem que passar por uma entrevista antes para ser autorizado e infeliz do professor que deixar o portão do estacionamento sem bater o cadeado! A dor nos faz sentir medo, medo de tudo e de todos, medo de sentir dor novamente. Nos envelhecemos quando sentimos medo.

Mas, de que adianta sentir medo? A única coisa que o medo vai fazer é podar momentos felizes que podemos ter. Existem muitas pessoas que não viajam porque têm medo de avião, outras têm medo do mar, da serra, do navio. Outras não saem de casa por ter medo de assalto e assim vai, uma série de medos!

Termos prudência e responsabilidade é nossa obrigação, devemos nos policiar sempre e orientar nossas crianças quanto aos perigos que existem, porém, não podemos podar nossa vida e a vida das pessoas que nos cercam, principalmente das crianças, por sentirmos medo.

Se tivéssemos sentido medo, a foto do Thiaguinho sorrindo no Parque Aquático na excursão da escola do dia 20 de dezembro, que está ilustrando essa postagem não existiria, pois o medo nos proibiria de proporcionar momentos felizes aos nossos alunos. Que o sorriso alegre do Thiaguinho dê força para todos aqueles que o amavam seguir em frente.